“A Internet e o actual surto de ’blogs’ possiblita o acesso a outras verdades e opiniões além dos destacados pela imprensa. Além de sua influência no jornalismo, provoca-se uma nova ecologia da mídia conduzida pela comunicação horizontal”-diplo.uol.com.br.
Os blogs são diários pessoais na Internet, mantidos por meio de aplicativos simples que permitem escrever um texto no computador e, desde que se esteja ligado, enviá-lo instântaneamente para que seja exibido numa página virtual criada com esse objetivo. Em geral, os blogs misturam informações com opiniões e muitas vezes são acompanhados por um link à fonte original.
Uma outra opinião é quando se examina a maneira como os veículos tradicionais de comunicação usam os novos média, seja para entreter, informar ou fazer publicidade, uma das conclusões possíveis é que, para a grande maioria deles, os novos média são apenas um receptáculo dos diversos conteúdos da velha média.
Quando um produto da média tradicional é transposto para os novos formatos, acontece exactamente isso: ele é simplesmente transposto, automaticamente copiado. O texto permanece o mesmo, a imagem também. E o navegador acaba por ler o mesmo velho e bom jornal num ecrã de computador ou de telémovel(postcads agora em larga expnsão) deparando-se com a mesma foto da revista e vendo o mesmo vídeo na televisão de casa. A experiência é praticamente idêntica. Assim também muitas iniciativas online, sem correspondência nos média tradicionais, acabam por copiar o modelo tradicional. O ambiente de interação e de inter-relacionamentos é desprezado, e os novos média são usados para prosseguir no caminho da unilateralidade e unidirecionalidade.
Porque as opiniões continuam a divergir:
“Quem frequenta blogs já sabe que eles são um fenômeno de repercussão mundial como instrumento de manifestação de opiniões que não têm espaço na mídia tradicional.”
Exercício avaliado.
Inês Amaral